Reposição hormonal e câncer de ovário – riscos e benefícios
31/07/2017

Reposição hormonal e câncer de ovário – riscos e benefícios

A terapia de reposição hormonal é um tratamento usado para aliviar os sintomas comuns da menopausa – como ondas de calor, risco aumentado de fraturas ósseas, oscilações de humor e até doenças cardíacas -, que resultam da diminuição dos níveis dos hormônios naturais produzidos pelo ovário. Entretanto, a possível relação da reposição hormonal e câncer de […]

A terapia de reposição hormonal é um tratamento usado para aliviar os sintomas comuns da menopausa – como ondas de calor, risco aumentado de fraturas ósseas, oscilações de humor e até doenças cardíacas -, que resultam da diminuição dos níveis dos hormônios naturais produzidos pelo ovário. Entretanto, a possível relação da reposição hormonal e câncer de ovário assustam muitas mulheres. Mas será que os benefícios superam os riscos?

A reposição surgiu na década de 1940 e tornou-se amplamente usada na década de 1960, criando uma revolução no gerenciamento da menopausa. De acordo com especialistas, em doses hormonais moderadas, considerando o histórico da paciente e com acompanhamento médico, os benefícios que a terapia de reposição hormonal pode proporcionar são superiores aos riscos, além de ajudar a prevenir a osteoporose.

 

Qual a relação da reposição hormonal e câncer de ovário?

Alguns estudos demonstram que a terapia pode aumentar a probabilidade de desenvolver o câncer de ovário, assim como aumenta o risco de coágulos sanguíneos.

Mas se você começar a terapia na época da menopausa, os riscos são muito pequenos. De qualquer forma, o seu médico deve fazer uma avaliação periódica de como o seu organismo está reagindo à terapia.

Os riscos de desenvolver câncer são maiores com o uso continuado após os 60 anos de idade. Mas isso não quer dizer que você deva interromper a reposição hormonal nessa época. O tempo de duração da terapia deve ser considerado pelo seu médico de acordo com os objetivos e com os critérios de segurança na utilização.

 

Tipos de reposição hormonal

Existem pílulas apenas de estrogênio e as combinadas com progesterona em doses contínuas, mensais ou trimestrais. A medicação pode ser oral, por meio da pele, de implante subcutâneo ou pela vagina. Vai depender da avaliação do seu médico e das suas necessidades.

Se você estiver considerando adotar alguma terapia de reposição hormonal, converse com o seu médico sobre as opções e os riscos de cada uma. Ele indicará a melhor escolha para o seu caso se não houver qualquer contraindicação.

 

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Referências