Cirurgias que podem diminuir o risco para câncer de ovário
29/05/2017

Cirurgias que podem diminuir o risco para câncer de ovário

Você sabia que as cirurgias ginecológicas ajudam a reduzir as chances de câncer de ovário? A laqueadura tubária reduz as chances da doença em até 67%. Já a histerectomia, reduz em torno de 33%. Mas, elas só devem ser realizadas se houver um motivo médico para isso e é importante que você entenda as consequências […]

Você sabia que as cirurgias ginecológicas ajudam a reduzir as chances de câncer de ovário? A laqueadura tubária reduz as chances da doença em até 67%. Já a histerectomia, reduz em torno de 33%. Mas, elas só devem ser realizadas se houver um motivo médico para isso e é importante que você entenda as consequências de cada um desses procedimentos.

 

Como a laqueadura tubária é feita?

Ao passar por uma laqueadura, as trompas que conectam os ovários ao útero serão fechadas, e isso significa que depois que você não poderá mais engravidar. Esse tipo de cirurgia é feito em um hospital e ambulatório e dura cerca de 30 minutos.

Como esse é um procedimento definitivo, existem alguns critérios para que possa ser feito. Por exemplo, você deve ser maior de 25 anos, ter dois filhos vivos e a cirurgia é feita após 60 dias, pelo menos, da sua decisão de não engravidar novamente. Já as mulheres que tem 40 anos ou mais e tem histórico de câncer de ovário podem realizar o procedimento.

 

Como a histerectomia é feita?

A histerectomia é a cirurgia de remoção do útero, que também pode ser usada para remover o ovário e as trompas. Após esse procedimento, você também não poderá mais engravidar e nem terá períodos de menstruação.

Esse tipo de cirurgia pode ser realizado das seguintes formas: pela vagina – nesse caso, não há incisão abdominal e o útero é removido por meio da vagina; pelo abdômen – a remoção do órgão por meio de uma incisão ou pequenos cortes no abdômen para remover o útero com a ajuda de instrumentos cirúrgicos.

 

Contraceptivos orais também diminui o risco para câncer de ovário

Mulheres que fizeram uso de contraceptivos orais por cinco anos ou mais têm 50% menos chances de desenvolver o câncer de ovário em comparação com as que nunca usaram.

Se você tem histórico de câncer de ovário na sua família, converse com o seu médico sobre a possibilidade de fazer um teste genético. Ele determina se você ou outras pessoas da sua família têm mutações que aumentam o risco de desenvolver o câncer.

 

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Referências